BVI é uma alternativa para quem quer uma holding internacional para concentrar participações, investimentos e patrimônio fora do Brasil. A Empresa Fora conduz a abertura com documentação, beneficiário final, agente registrado e preparação para que a estrutura seja compreensível para bancos, sócios, contadores e parceiros.
Holding internacional
Use a BVI para concentrar participações, ativos e investimentos internacionais em uma holding fora da pessoa física.
Common law e previsibilidade
BVI segue tradição de common law, o que facilita a leitura da estrutura por bancos, advogados e investidores internacionais.
Neutralidade tributária local
A jurisdição pode ter baixa carga local e simplicidade societária, desde que as obrigações brasileiras sejam tratadas corretamente.
Registered agent e compliance
A empresa mantém agente registrado, endereço local, documentos corporativos e manutenção anual para preservar a regularidade.
Conta bancária exige dossiê forte
O dossiê ajuda o banco a entender beneficiário final, origem dos recursos, atividade, contratos, fluxo esperado e função da holding.
Múltiplas camadas
Pode ser usada acima de LLC, empresa operacional, banco ou holding familiar quando a estrutura em camadas traz organização real.
Estruture sua holding em BVI
Veja como a empresa em BVI pode funcionar como holding internacional para organizar participações, proteger a estrutura societária, preparar banco e facilitar governança entre sócios.
Sessão de 2h para a criação e execução de estratégia offshore.
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Estratégia Brasil
Sessão de 2h para elaborar estratégia de otimização tributária e proteção jurídica no Brasil.
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Perguntas Frequentes
Sim. Ter uma empresa no exterior é 100% legal, desde que declarada corretamente. Estruturas internacionais são uma ferramenta legítima utilizada por empresários e investidores no mundo todo.
Sim. Você continua atendendo seus clientes no Brasil, mas agora recebe os pagamentos direto na sua conta internacional, com mais liberdade e segurança.
Ela protege o patrimônio e limita a responsabilidade, separando os bens. No entanto, não elimina obrigações trabalhistas locais caso haja funcionários no Brasil.
Sim, desde que o uso tenha natureza correta e documentação. Cartão corporativo deve pagar despesas da empresa; gastos pessoais, distribuição de lucros, reembolso, pró-labore ou remessa ao Brasil precisam ser classificados e registrados da forma adequada.
Devem ser analisados e declarados corretamente. A tributação depende da residência fiscal, natureza da renda, tipo de entidade, distribuição, ganho de capital, aplicações financeiras e regras brasileiras aplicáveis. O planejamento reduz improviso e ajuda o contador a enquadrar cada movimento.
Não. Todo o processo é online e nós cuidamos de tudo para você. Da abertura da empresa às contas bancárias é 100% remoto.
Em regra, não. Dívidas pessoais ou da sua empresa brasileira não alcançam automaticamente ativos de uma empresa estrangeira, criando separação patrimonial efetiva.
Ela pode criar separação patrimonial e uma camada jurídica adicional, mas não é escudo absoluto. A proteção depende de estrutura legítima, solvência, documentação, origem lícita dos recursos, separação entre pessoa física e empresa e análise do caso concreto.
Anonimato total não é a estratégia moderna. O caminho correto é privacidade pública com compliance privado: bancos, gateways, registered agents e autoridades competentes podem exigir beneficiário final, origem dos recursos e documentos de controle.
EUA: custo/benefício e acesso a bancos e gateways. Dubai: presença internacional e ambiente empresarial robusto. Nevis/Bahamas: estruturas patrimoniais e sucessórias mais defensivas, sempre com documentação e compliance.