Indique
Envie o contato e o contexto do cliente para nosso time entender o melhor caminho.
Comissão e entrega
Você indica clientes. A Empresa Fora vende, atende e entrega a estrutura internacional com uma operação pronta.
A parceria foi desenhada para ser simples: você abre a porta, a Empresa Fora conduz a jornada comercial e operacional.
Envie o contato e o contexto do cliente para nosso time entender o melhor caminho.
Apresentamos a estrutura, vendemos a solução e conduzimos a entrega especializada.
A comissão é paga sobre a venda convertida, sem você precisar montar produto ou suporte próprio.
Fale com nosso time e alinhe o melhor formato para sua audiência, carteira ou operação.
Entrar em contatoParceiros estratégicos que apoiam nossos clientes.
Sim. Ter uma empresa no exterior é 100% legal, desde que declarada corretamente. Estruturas internacionais são uma ferramenta legítima utilizada por empresários e investidores no mundo todo.
Sim. Você continua atendendo seus clientes no Brasil, mas agora recebe os pagamentos direto na sua conta internacional, com mais liberdade e segurança.
Ela protege o patrimônio e limita a responsabilidade, separando os bens. No entanto, não elimina obrigações trabalhistas locais caso haja funcionários no Brasil.
Sim, desde que o uso tenha natureza correta e documentação. Cartão corporativo deve pagar despesas da empresa; gastos pessoais, distribuição de lucros, reembolso, pró-labore ou remessa ao Brasil precisam ser classificados e registrados da forma adequada.
Devem ser analisados e declarados corretamente. A tributação depende da residência fiscal, natureza da renda, tipo de entidade, distribuição, ganho de capital, aplicações financeiras e regras brasileiras aplicáveis. O planejamento reduz improviso e ajuda o contador a enquadrar cada movimento.
Não. Todo o processo é online e nós cuidamos de tudo para você. Da abertura da empresa às contas bancárias é 100% remoto.
Em regra, não. Dívidas pessoais ou da sua empresa brasileira não alcançam automaticamente ativos de uma empresa estrangeira, criando separação patrimonial efetiva.
Ela pode criar separação patrimonial e uma camada jurídica adicional, mas não é escudo absoluto. A proteção depende de estrutura legítima, solvência, documentação, origem lícita dos recursos, separação entre pessoa física e empresa e análise do caso concreto.
Anonimato total não é a estratégia moderna. O caminho correto é privacidade pública com compliance privado: bancos, gateways, registered agents e autoridades competentes podem exigir beneficiário final, origem dos recursos e documentos de controle.
EUA: custo/benefício e acesso a bancos e gateways. Dubai: presença internacional e ambiente empresarial robusto. Nevis/Bahamas: estruturas patrimoniais e sucessórias mais defensivas, sempre com documentação e compliance.
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